
PRATIQUE SEMPRE ESTO
Se você pensa que espreguiçar é apenas um gesto involuntário sem nenhuma importância, pode estar muito enganado. De acordo com a fisioterapeuta Patrícia Gomes, o alongamento se concentra em exercícios direcionados para aumentar a flexibilidade muscular.
O ato de se espreguiçar está dentro desse quadro. A flexibilidade promove o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem seu comprimento. “A flexibilidade é uma das primeiras coisas que se observa como conseqüência do alongamento A movimentação de uma articulação irá aumentando conforme o alongamento”, explicou.
O ato de se espreguiçar está dentro desse quadro. A flexibilidade promove o estiramento das fibras musculares, fazendo com que elas aumentem seu comprimento. “A flexibilidade é uma das primeiras coisas que se observa como conseqüência do alongamento A movimentação de uma articulação irá aumentando conforme o alongamento”, explicou.
De acordo com a fisioterapeuta, o alongamento é muito importante para qualquer faixa etária, pois além de prevenir lesões, proporciona maior elasticidade e agilidade em todo o corpo. “Os músculos precisam do alongamento antes da prática de aquecimento e relaxamento. Ele é indispensável antes dos exercícios físicos, podendo também ser praticado individualmente”, esclareceu.
A fisioterapeuta acrescenta que a respiração é um dos detalhes mais importantes em uma série de alongamentos, pois aumenta o relaxamento muscular. “A respiração deve proceder sempre de maneira lenta e profunda, respeitando o limite de cada pessoa”,
disse. Segundo a especialista, o alongamento consegue um resultado relaxante porque aumenta a temperatura da musculatura, produzindo pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que reveste os músculos.A fisioterapeuta cita uma relação dos benefícios proporcionados pelo alongamento adequado:
disse. Segundo a especialista, o alongamento consegue um resultado relaxante porque aumenta a temperatura da musculatura, produzindo pequenas distensões na camada de tecido conjuntivo que reveste os músculos.A fisioterapeuta cita uma relação dos benefícios proporcionados pelo alongamento adequado:
• Facilita a respiração;
• Ajuda na circulação sangüínea;
• Deixa os movimentos soltos e mais leves;
• Diminui tensões musculares; • Relaxa o corpo;
• Previne lesões; • Prepara o corpo para a atividade física;
• Ativa a circulação.
• Ajuda na circulação sangüínea;
• Deixa os movimentos soltos e mais leves;
• Diminui tensões musculares; • Relaxa o corpo;
• Previne lesões; • Prepara o corpo para a atividade física;
• Ativa a circulação.
Um alerta para o combate ao sedentarismo dos dias de hoje, também é feito pela fisioterapeuta. “O sedentarismo promove o encurtamento das fibras musculares, diminuindo a flexibilidade. Esse encurtamento de fibras é a maior causa para o desenvolvimento de problemas no músculo e nos ossos”,explicou. A atividade pode ser feita a qualquer hora, avisa a profissional. “Pela manhã, ao despertar, em viagens longas, no trabalho, enfim, em qualquer lugar pode-se fazer um alongamento”, orientou. O ideal é iniciar a atividade até sentir uma pequena tensão no músculo. Nesse ponto, relaxe um pouco, sustentando de 30 á 40 segundos, voltando à posição inicial de relaxamento”, finalizou.
A fisioterapeuta aconselha que se combine o alongamento com uma caminhada ou qualquer outra atividade aeróbica.
Vamos alongar! Acredite, espreguiçar já pode ser um começo
IODO
Ausência de iodo no organismo Consumo previne vários problemas sérios Dois bilhões de pessoas em todo o mundo não consomem iodo suficiente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa deficiência pode causar sérios problemas no cérebro além de provocar o desenvolvimento de hipotireoidismo. De acordo com o diretor geral do corpo médico da ONU, Lee Jong-Wook, a falta de iodo é uma grande ameaça à saúde e ao desenvolvimento da população no mundo inteiro, em especial para as crianças e mulheres grávidas. Um relatório recente da OMS mostra que o número de países onde a falta de iodo é um problema de saúde pública caiu de 110, na década passada, para 54, em 2003. Isto graças a programas que incentivam a colocação de sal iodado na comida. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que, em todo o mundo, 66% das casas têm acesso ao sal iodado, mas a OMS avalia que mais iniciativas devem ser tomadas para aumentar esse percentual, que ainda é baixo. Segundo informação divulgada no informe “Iodine Status Worldwide” a deficiência de iodo é um problema brando em 40 dos 54 países afetados, mas representa uma ameaça (de moderada a grave) nos outros 14. No continente africano a situação é ainda mais preocupante: seis países da região estão nas categorias de moderada a grave, enquanto na Europa apenas a Albânia. O continente europeu, aliás, tem o mais alto número de países onde o problema é pequeno, entre eles Rússia e Ucrânia. Ao mesmo tempo, o consumo de iodo é muito grande em 29 nações, o que pode levar à disfunção da tireóide, afirma a OMS. Nilbe Shlishia (Agência Unipress Internacional )
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